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      Foi recentemente disponibilizado para “download” gratuito o livro em castelhano intitulado: “Hay Alternativas. Propuestas para crear empleo y bienestar em España”, isto é: “Há Alternativas. Propostas para criar emprego e bem-estar em Espanha”.

      Este livro pertence a uma troika de economistas espanhóis: Vicenç Navarro, Juan Torres e Alberto Garzón, com prólogo de Noam Chomsky (EUA).

      O livro de cerca de 200 páginas está disponível em pdf na página da ATTAC de Espanha e nas livrarias a 10 euros cada exemplar.

      Dizem os Autores:

       «Temos a firme convicção de que só fazendo com que os cidadãos saibam o que verdadeiramente está a suceder com a nossa economia e divulgando as alternativas que existem a esta aguda crise do capitalismo, poderemos sair dela com mais emprego e bem-estar social, como demonstramos neste livro. Por isso divulgamos esta versão em pdf e fazemos um chamamento a todos para que a divulguem, estudem e difundam as suas propostas, transformando-se todos os leitores em distribuidores do livro. Contra a censura dos grandes oligopólios e do pensamento único que impõem os poderes económicos, financeiros e mediáticos, defendamos a pluralidade e a liberdade de pensamento, conhecendo e difundindo o pensamento crítico.»

      Ligação à ATTAC Espanha:
       http://www.attac.es/

      Ligação ao livro em pdf:
http://www.attac.es/uploads/Hay-alternativas-web.pdf

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      A Felicidade de Todos os Seres na Sociedade Futura é o título da conferência de Gonçalves Correia no V Congresso dos Trabalhadores Rurais de 6 de dezembro de 1922, no Teatro Garcia de Resende, na cidade de Évora (Portugal).

      Em 1931, a tipografia Porvir, de Beja (Portugal), editou a intervenção em livro que agora, 90 anos após a sua inicial prolação no congresso, foi digitalizado e está disponível no Mundo chegando, sem dúvida, a muitos mais do que aqueles a que na altura chegou (este livro teve uma tiragem de 3000 exemplares na primeira e outros 3000 na segunda edição. Note-se que, para a época, conteúdo, região e país é um muito importante número, mesmo um elevado número).

      Este pequeno livro digitalizado, com 26 páginas, lê-se de um fôlego, não só por ser breve, mas pela magnificência da sua visão, a qual não está, pese embora o tempo decorrido, desatualizada.

      Começa assim:

      «Nenhum de nós, se tivermos amplas qualidades de raciocínio, deixa de reconhecer a infelicidade tremenda dos seres; dos seres, disse eu, não especificando apenas os seres humanos, pelo convencimento em que estou de que o sofrimento, obra maléfica do Homem, se estende horrorosamente até aos irracionais.

      A vida, todos o sabemos, não tem aqueles poéticos encantos de que deveria ser revestida. Ah! Que encantadora pode vir a ser a vida dos seres logo que o Homem se convença do papel que tem a desempenhar na sua curta existência!»

      Livro digitalizado disponível em:

https://docs.google.com/file/d/0B-6gLAaU9D9jMFVDRmtzelVRYmE0UHpfUTBYWVNuUQ/edit?pli=1 


      A Fundação José Saramago, que abrirá ao público nos próximos meses em Lisboa, criou uma revista literária digital, intitulada “Lucerna”, que estará disponível a partir de segunda-feira, 23 de abril.

      O primeiro número será dedicado à «atual situação do livro», política e mercado livreiro. Terá ainda um dossier sobre «Clarabóia», o romance que José Saramago escreveu na juventude, com textos de Pilar del Río, presidente da fundação, do poeta e ensaísta Fernando Gómez Aguilera e do escritor Hector Abad Faciolince.

      Lucerna, que estará disponível no sítio oficial da fundação, dará ainda destaque mensalmente à literatura para a infância e juventude e à promoção da leitura, debruçando-se, no número de estreia, sobre a temática do compromisso e sobre o Tamer Institute, organismo de promoção de leitura na Palestina.

      A publicação literária terá, a partir do segundo número, edição bilingue em português e castelhano, com tradução assegurada pela Cátedra José Saramago de Tradução da Universidade de Barcelona, em Espanha.

      Além de poder ser descarregada na Internet, Lucerna estará disponível para telemóveis e tablets.

      A Fundação José Saramago está a funcionar desde janeiro na Casa dos Bicos, em Lisboa, onde acolherá o legado e espólio do Nobel da Literatura, mas ainda não abriu oficialmente as portas ao público. O edifício albergará um espaço para exposições, uma biblioteca e uma sala para encontros e debates, porque a fundação pretende estar aberta à sociedade civil, como tem sublinhado a companheira de José Saramago, Pilar Del Río.

      Na segunda-feira, estarão disponíveis para consulta o original e o caderno de notas de «Clarabóia», o romance de juventude que José Saramago deixou inédito até ao fim da vida, tendo sido apenas publicado no final do ano passado.

      Mais info em: http://www.josesaramago.org

      As formas mais antigas de jornais foram escritas à mão mas hoje ainda há um jornal escrito à mão, provavelmente o último do Mundo. Chama-se “The Musalman” e é escrito na língua Urdu desde 1927, por Chenab Syed Asmadullah Sahi, e, desde então, tem sido publicado diariamente na cidade de Chennai, na Índia.

      Atualmente, o jornal é dirigido por Syed Arifullah, neto de Syed Asmadullah, o fundador, com a participação de mais seis calígrafos habilidosos que trabalham neste jornal de quatro páginas diárias.

      O jornal tem uma tiragem de aproximadamente 23.000 exemplares, e cobre um amplo espetro de notícias, incluindo política, cultura e desporto.

      O jornal tem um custo de 75 Paise, aproximadamente 1 cêntimo de Euro.

      Diz o diretor: «A composição na língua Urdu era muito difícil; além disso, a sua aparência era feia se comparada ao trabalho manuscrito. Assim, os Urdus retomaram a litografia, enquanto outras línguas adotaram a composição gráfica. Com o advento do computador, a escrita Urdu recebeu um grande impulso. Permitiu a caligrafia sem os problemas de litografia. No entanto, um livro ou jornal, escrito por um Katib, bem e corretamente litografado, é muito agradável e bonito, enquanto que o Urdu escrito no computador não é tão agradável.»


      Já está disponível para descer o número 39 correspondente ao primeiro trimestre deste ano do Boletim Anarco-Sindicalista publicado pela Secção Portuguesa da A.I.T. (Associação Internacional dos Trabalhadores).

      Mais info na seguinte ligação: http://ait-sp.blogspot.com/

      Desce o boletim na seguinte ligação: http://anarco-sindicalista.webs.com/BAS_39.pdf

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       Num dia como o de hoje mas do ano de 1952 saía em Paris a revista “O Nosso Caminho” (ou a Nossa Via), uma publicação mensal em língua búlgara realizada por militantes anarquistas búlgaros exilados em França.

       A publicação foi interrompida e voltou a sair uma vez mais em 1980.

Le Audace

Posted on: 07/03/2012

       Num dia como o de hoje, 7 de março mas do ano de 1885, saía em Paris o primeiro número do jornal “L’Audace”, (imagem abaixo do primeiro número).

       Esta publicação subtitulava-se “Orgão Comunista-Anarquista”.


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