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Archive for Janeiro 2012

      Um estudo coordenado por uma investigadora da Universidade do Minho (Braga, Portugal) descobriu uma molécula-chave que «abre novas perspetivas» no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, hipertensão hereditária e cancro, assim o afirmando Sandra Paiva, da Escola de Ciências da mencionada universidade.

      A Sandra explicou que as células produzem proteínas responsáveis pela entrada dos nutrientes disponíveis ou preferidos e destruindo as proteínas que não são necessárias. No estudo, foi descoberta uma molécula-chave envolvida no processo de destruição de proteínas na célula. «Quando a molécula recebe informação da presença de determinado nutriente, destrói então os transportadores indesejáveis».

      Os resultados deste estudo representam «um grande avanço» na compreensão dos mecanismos de degradação de proteínas. As células de cancro, por exemplo, «necessitam de muita energia e ao conseguirmos reduzir o número de transportadores podemos de algum modo privá-las de alimento, tornando-as mais sensíveis à quimioterapia».

      O trabalho utilizou como modelo um microrganismo, a levedura do pão ou da cerveja, que é fácil de crescer em laboratório e partilha uma grande semelhança dos seus genes com os genes humanos.

      A investigação foi realizada por uma equipa coordenada por Sandra Paiva e por Sebastien León, do Instituto Jacques Monod da Universidade de Paris. A equipa integra ainda outros investigadores das universidades de Paris e Madrid.

      A investigação acaba de ser publicada na conceituada revista “Journal of Cell Biology” e foi premiada no “2011 Nature Cell Biology Poster Prize Winners”.

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      Num dia assim como o de hoje, 30 de janeiro, mas do ano de 1948 (há 64 anos), morria Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), mais conhecido no Mundo por Gandhi ou Mahatma Gandhi, significando “Mahatma” “Grande Alma”, em sânscrito (língua clássica da Índia; uma espécie de Latim asiático).

      Gandhi foi um grande revolucionário e foi responsável pela independência da Índia em relação ao Reino Unido e revolução que iniciou e concluiu, apesar de ter sido completamente avassaladora, foi pacífica, isto é, não violenta.

      Vegetariano, praticava com frequência o jejum, todas as semanas tinha o seu dia sem fala em que permanecia mudo e dizia coisas assim: «Nós devemos ser a revolução que queremos ver no Mundo».

      Baseou a sua ação revolucionária no princípio do protesto e da desobediência civil não violenta, porque, como dizia: «Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho».

      Albert Einstein diria sobre Gandhi: «As gerações futuras terão dificuldade em acreditar que um homem como este realmente existiu e caminhou sobre a Terra.»

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      «A ignorância propaga-se mas rapidamente que a inteligência.»

    Will Durant (1885-1981)

    Filósofo, historiador e escritor norteamericano, que se empenhou em dar forma ao que chamava a “História Integral”, opondo-se à exacerbação da especialização histórica, isto é, ao culto da especialização. A sua maior obra “A História da Civilização” pretende ser uma biografia detalhada da civilização (ocidental), sem perder o bom senso, incluindo não apenas as guerras, movimentos políticos e grandes biografias, mas também os elementos culturais, elementos e movimentos artísticos, filosóficos e religiosos, bem como a ascensão e impacto dos meios de comunicação de massa.

    O objetivo foi o de ampliar o entendimento da existência humana, tanto do ponto de vista de suas fraquezas, como da sua perversidade. Durant reprovava a estreiteza da vertente histórico-social que hoje é conhecida por eurocêntrica, comentando e identificando no seu livro “Nossa Herança Oriental” que a Europa foi apenas uma parte irregularmente projetada da Ásia, ou seja, a Europa foi uma colónia sociocultural da Ásia. Will queixou-se especialmente com relação ao provincianismo das nossas tradições históricas que começaram com a Grécia e preteriram a Ásia, resumindo a sua história a apenas uma linha, mostrando que este foi um dos maiores erros da nossa perspetiva e inteligência.

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      O Centro de Comunicação Social do Santuário de Fátima veio a público anunciar em comunicado que a página do santuário de Fátima (www.fatima.pt), regista uma média de mais de 260 mil visitas por mês.

      Ou seja, há mais de 260 mil almas que mensalmente acedem àquele sítio, enquanto a este blogue e aos demais do grupo acedem mensalmente cerca de 10 mil almas penadas.

      Como se explica esta tão grande diferença, tendo em conta que aquele sítio engana as pessoas e este as elucida? Por que será que as pessoas gostam de ser enganadas?

      De acordo com os dados anunciados os visitantes totalizam a média mensal de 266.500 e não são apenas portugueses, mas também brasileiros, italianos, espanhóis, italianos, estado-unidenses, polacos, franceses, alemães e argentinos, por esta mesma ordem de grandeza de origem dos acessos.

      Aquele sítio está disponível em seis idiomas (português, inglês, italiano, espanhol, francês e polaco), pelo contrário, este blogue e os demais do grupo estão disponíveis apenas na língua portuguesa. Será este o motivo da discrepância das visitas? Certamente que não, uma vez que os maiores acessos àquele sítio são efetuados desde Portugal e do Brasil, precisamente como os leitores deste blogue e do grupo. Então o que será? Será mesmo que as pessoas preferem o ilusório? O sonho? A mentira?

      Do comunicado consta ainda que no ano passado, o mês com o maior número de acessos foi o mês de maio, com um recorde de 410.513 visitas, 56.186 das quais no dia 13, dia daquele mês em que se assinalam as aparições de Fátima. Ora aqui está um bom motivo para obter recordes de visitantes, ter um mês e dia especial, coisa que este blogue, bem como os demais, não têm. Será necessário criar o dia especial da aparição Info-Dia ou do SabeMais? Ou um dia concreto de comemorações pelo também aparecimento?

      No comunicado consta ainda que: “O aumento muito significativo do número de visitas a esta página regista-se de forma crescente desde que o serviço de transmissão em direto “on-line” a partir da Capelinha das Aparições 24 horas por dia passou a ser disponibilizado, a 1 de janeiro de 2009”. Ora bem, aqui começamos a ver que este blogue não tem qualquer hipótese de concorrer com aquele sítio. Aqui não há capelinha de aparições nem transmissão em direto do que aí se passa. Assim, poderemos concluir que ou este grupo informativo passa a incluir uma capelinha onde apareça algo ou não tem qualquer hipótese.

      No comunicado consta ainda que os maiores acessos se registam entre as 17:00 e as 22:00, verificando-se que os picos de maiores visitas, em 2011, ocorreram, quase invariavelmente, entre as 18:00 e as 19:00, altura que abrange a recitação diária do rosário. Por este dado concluir-se-á que também não dispõe este blogue de recitação diária de qualquer rosário, tendo noção que os visitantes do grupo são muito mais noctívagos, acedendo as blogues e demais sítios, normalmente muito mais pela noite dentro.

      Tendo em conta as diferenças e limitações acima mencionadas, que alterações sugeres sejam introduzidas no blogue para obter mais visitantes? Deixa o teu comentário ao artigo. Diz o que te vai na alma. Queres uma capelinha? Queres ler isto noutras línguas? Queres que te conte histórias muito imaginativas e falsas? Sugere o que quiseres.

      «Folk the Banks» é o título da primeira coletânea de música a sair diretamente do movimento anti-capitalista «Ocupar Londres», que há 100 dias assentou acampamento na capital britânica.

      O espírito irreverente dos anos 1970 é reproduzido no grafismo do artista plástico Jamie Reid, famoso por ter desenhado a capa do disco «God Save the Queen», o segundo single da banda “Sex Pistols”, grupo icónico do movimento punk.

      Na lista de participantes estão os músicos Ani DiFranco, Tom Morello, Tao Seeger, Billy Bragg e Sam Duckworth, também conhecido pelo nome artístico «Get Cape. Wear Cape. Fly.» Todos estes artistas já visitaram e atuaram no acampamento que o movimento mantém junto à Catedral de São Paulo, em Londres, desde 15 de outubro de 2011. Agora aceitaram colaborar com a “Occupation Records”, a nova editora criada por um grupo de pessoas do movimento que se auto-intitula “Coletivo 45 Revoluções Por Minuto”.

      Adam Jung, um dos membros, sustenta que «muita da indústria musical tem raízes nos movimentos de justiça social», invocando os exemplos da Motown Records e a ligação de Billy Bragg à greve dos mineiros britânicos de 1984-85. Garantiu ainda que, mesmo que sejam forçados a desmontar o acampamento junto à Catedral onde continuam dezenas de tendas, «o movimento continuará a crescer».

      Está previsto que o disco saia em versão digital em meados de fevereiro e, mais tarde, em formato CD e vinil. As receitas reverterão para o movimento «Ocupar» no Reino Unido e no resto do Mundo.

      As próximas semanas serão cruciais para este projeto, que pretende angariar 20 mil libras (cerca de 24 mil euros) entre apoiantes do «Ocupar Londres» e através do sítio «Sponsume».

      O movimento, responsável pelas ocupações de uma segunda praça pública e de um edifício em Londres, tem organizado, ao longo dos últimos três meses, palestras, concertos e outros eventos culturais. Tem também promovido a publicação do «Occupied Times of London», um jornal gratuito que publicou na passada sexta-feira a nona edição.

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      Acaba de ser libertada uma jovem de cerca de 20 anos que esteve fechada numa casa de banho durante 9 anos.

      A jovem foi enclausurada quando tinha cerca de 11 anos, pelo pai, em sua casa, e só agora, após denúncia de uma irmã do pai e de alguns vizinhos, foi possível saber da sua clausura e proceder à sua libertação, forçada, pois o pai opôs-se à entrada da polícia e assistentes sociais em sua casa.

      Tudo ocorreu na cidade palestiniana de Qalqilya, no norte da Cisjordânia.

      Aquele pai, para além do enclausuramento, pouco a alimentava, agredia-a e apenas a deixava sair do cubículo à noite para limpar a casa e comer as sobras das refeições.

      A jovem chama-se Baraa Melhem e diz que o pai apenas lhe deu um cobertor, roupas velhas, um pequeno rádio e, em determinada altura, ter-lhe-á dado também uma lâmina de barbear, encorajando-a a cometer suicídio.

      A assistente social, Hala Shreim, que se deslocou a casa do pai afirmou que «É um milagre que ela não tenha ficado louca», acrescentando que a razão para que a jovem Baraa tivesse mantido a sanidade mental ao longo destes anos se terá devido ao facto de ter usado o rádio como companhia diária.

      Os pais da jovem separaram-se quando Baraa Melhem era ainda criança e esta ficou entregue à guarda do pai. Ainda não se tornou claro o porquê de a mãe – que vive noutra cidade com uma nova família – não ter reportado que não via a filha há quase dez anos.

      A prisão terá começado quando a jovem, na altura com cerca de 11 anos, fugiu uma vez da escola. Como castigo o pai fechou-a na casa de banho e disse-lhe para assinar um documento no qual declarava que era sua vontade não regressar à escola. Tal documento, recorde-se, assinado pela criança, terá sido suficiente para a escola, polícia e assistentes sociais não terem estranhado a ausência da menina durante os nove anos.

      De acordo com uma descrição feita pela assistente social responsável pelo caso, a casa de banho situava-se numa cave e apenas tinha uma pequena janela. A jovem terá confirmado que o pai lhe batia com cabos eléctricos e com bastões quando estava chateado, que a molhava com água a ferver cada vez que perguntava pela mãe e que, por vezes, lhe rapava o cabelo e as sobrancelhas.

      O pai, identificado como Hassan Melhem, de 49 anos, foi imediatamente detido pela polícia de Israel e encontra-se preso pelo menos até ao julgamento, agendado para a próxima quarta-feira, não tendo prestado qualquer justificação para a clausura, tendo apenas dito que se tratava de uma “briga familiar”, isto é, um assunto interno familiar que a ele competia, como homem e pai, e que a mais ninguém diz respeito.

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      Tudo indica que um espetador da televisão britânica BBC, após assistir ao programa “Stargazing Live”, descobriu um novo planeta, com dimensões semelhantes às de Neptuno e condições de ambiente e temperatura semelhantes às de Mercúrio.

      O planeta orbita em torno de uma estrela denominada SPH10066540 e tem, aparentemente, uma dimensão de quatro vezes superior à da Terra.

      Chris Holmes, é um britânico interessado pela astronomia e, após o pedido do programa televisivo, foi para a Internet analisar imagens de estrelas recolhidas pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, contendo informações relativas a possíveis novos planetas.

      Qualquer pessoa pode participar nesta caçada aos planetas em http://www.planethunters.org, o sítio dos “caçadores de planetas”.

      A comprovar-se a existência deste novo planeta, será o quinto descoberto desde que o projeto “Planet Hunters” teve início.

      O telescópio Kepler está em atividade desde 2009 e tem vindo a observar uma determinada parte do espaço que se pensa ser muito semelhante ao nosso sistema solar.

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