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Archive for Janeiro 2011

      Está a acontecer com uma certa frequência surgirem falsos perfis no Facebook ou perfis duplicados, sem o conhecimento do próprio. Inicialmente os falsos perfis eram apenas de celebridades televisivas, cinema, futebol, etc. mas agora os perfis surgem de qualquer utilizador do Facebook ou mesmo de um não utilizador, por mais anónimo que seja.

      Um dia, se alguém de perguntar quantos “faces” tens ou se tu próprio apareceres como sugestão de amigo para ti próprio, é porque alguém criou um perfil com o teu nome e vocês têm, com certeza, amigos comuns.

      A maioria dos casos de contas falsas limita-se à usurpação do nome e da foto de perfil, bem como à duplicação das páginas preferidas, o que tem vindo a ser encarado de forma ligeira, no entanto, existem outras situações que já revestem contornos mais graves. Há situações de comentários às fotos, aparentemente realizados pelo próprio, que podem ser desagradáveis e mesmo criminosas.

      No Facebook nada mais há a fazer senão denunciar publicamente e reportar as páginas falsas sempre que são descobertas. O procedimento não é simples, porque obriga a vários passos, nomeadamente e no caso de um perfil falso, justificar a denúncia, indicando o tipo de situação e a vítima em questão. Em resposta, o Facebook emite um aviso onde refere que a “denúncia de conteúdo não garante que este seja eliminado do site”. Isto acontece porque a rede social usa um sistema automático para fazer o rastreio das denúncias e, supostamente, as denúncias só chegam ao conhecimento da equipa de segurança interna quando atingem um determinado e elevado volume de queixas, motivo pelo qual alguns perfis falsos se mantenham “online” durante muito tempo.

      A “análise manual” serve para evitar que perfis fidedignos sejam desativados, ainda recentemente, por exemplo, a utilizadora Kate Middleton, uma britânica de 29 anos, viu a sua conta no Facebook suspensa, porque a rede social entendeu que se tinha registado no portal com um nome falso, neste caso usando a identidade da noiva do príncipe britânico William, que tem o mesmo nome.

      O próprio papa Bento XVI já se pronunciou sobre o assunto, considerando pecado “a procura por um número maior de amigos”, por não se “ser fiel a si mesmo”.

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      «Ninguém pode ser perfeitamente livre até todos serem livres; ninguém pode ser perfeitamente moral até todos serem morais; ninguém pode ser perfeitamente feliz até todos serem felizes.»

      Herbert Spencer
      Filósofo inglês (1820-1903)

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      Depois da Tunísia, o Egito e também o Iémen, a pressão exercida nos povos acaba sempre, ainda que às vezes tarde demais, por provocar este tipo de reação. Ninguém aguenta eternamente a pobreza, a ocupação, a falta de liberdade, a opressão constante.

      O mundo ocidental já passou por muitas revoltas e revoluções que foram eliminando ditadores e melhorando um pouco as liberdades essenciais dos cidadãos, ao mesmo tempo que foram obtendo melhores condições de trabalho e de vida, hoje postas em crise com a crise financeira de alguns, o que também tem vindo a salpicar, principalmente a Europa, com revoltas temporárias que vão sendo acalmadas com o ópio da ilusória televisão, mas no mundo islâmico estas revoltas espontâneas só vinham acontecendo contra o mundo ocidental e por motivos essencialmente estupido-religiosos.

      Hoje assistimos a um novo tipo de manifestação popular nestes povos, a revolta contra os seus governantes, assistimos a este pôr em causa os poderes instituídos e com que intenção? O pão diário, as liberdades essenciais, as suas próprias vidas, sem, de momento, mais nenhuma outra intenção que não seja a sua própria e intransigente libertação, após tanta opressão.

      Na Tunísia a persistência do povo na rua tem conseguido muito e praticamente tudo o que reclamam, no Iémen, milhares de pessoas saíram às ruas, muitas com pão ou flores nas mãos, para se manifestar contra o regime. No Egito as confrontações para depor o ditador que há 30 anos oprime têm sido violentas, contabilizando-se já 90 mortos e cerca de 2500 feridos mas o povo não cede e mantém-se na rua confrontando o exército que, em vez de defender o seu povo, defende o seu ditador.

      O povo, com a sua voz, a sua união, algumas pedras, lixo a arder e muita determinação pode mudar a sua vida e a vida de todos os outros, vizinhos e, para além destes, o Mundo inteiro mudará também.

  

  

  

      A empresa de jogos “Sega” está a lançar uma nova moda em Tóquio (Japão): videojogos para urinóis.

      A novidade chama-se “Toylets” e consiste num urinol normal equipado com sensores que medem a pressão da urina do jogador-urinador.

      Os valores registados são depois utilizados para jogar alguns minijogos num ecrã instalado na parte superior do urinol.

      De acordo com o portal “Akibahara”, a estreia do novo sistema de videojogos conta com quatro minijogos e vão desde um videojogo onde surge a escultura belga Manneken, a fonte do menino que urina, que tem de encher uma garrafa, a um outro onde o objectivo é limpar uma parede com graffitis.

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      O Brasil acaba de adotar um novo tipo de licença para os programas disponibilizados através do seu portal de “software” de código aberto. O objetivo é “fortalecer o ecossistema do software público (opensource) e ampliar a concorrência entre os prestadores de serviços”, relatam os meios de comunicação.

      Designada “Licença Pública de Marca” (LPM), será obrigatória para todos os programas oferecidos através do portal de Software Público Brasileiro, funcionando como uma garantia de que o software em questão aderiu ao modelo desenvolvido no país.

      Este “selo” assegura que todos os utilizadores “vão poder usar a marca pública, sem precisar de pedir aos detentores [dos direitos], desde que as regras de uso sejam respeitadas”, explicou o coordenador do organismo responsável pelo projecto, citado pela “Computerworld”.

      A medida faz parte de uma “instrução normativa” da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planeamento (SLTI), que espera assim aumentar a qualidade das aplicações, destinadas a empresas e particulares, disponíveis no portal.

      Os responsáveis pelo projecto acreditam que o novo modelo vai ajudar a expandir a produção colaborativa na Internet e a quantidade de soluções disponíveis no portal.

      O “software” está disponível em:
      http://www.softwarepublico.gov.br/
 

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      Na próxima sexta, dia 28 de janeiro, será apresentado o livro de partituras com o título de “José Afonso, Todas as Canções”, contendo 159 canções da autoria de José Afonso.

      Será às 21H30, na Fundação Escultor José Rodrigues, no Porto (Portugal), com a participação dos autores: Guilhermino Monteiro, João Lóio, José Mário Branco e Octávio Fonseca.

      O músico José Mário Branco (também autor da obra) explicou que a edição deste livro servirá para “lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção e também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel”.

      No prefácio, os quatro autores criticam o “analfabetismo musical” e o “mau gosto” de diretores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de “ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos”.

      José (Zeca) Afonso morreu em 1987, deixando uma obra discográfica que “constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem”, concluem os organizadores que constituem o Núcleo do Norte da Associação José Afonso.

      A Fundação Escultor José Rodrigues fica no Porto, na Rua da Fábrica Social (no Bairro da Fontinha, perto do JN)

      Mais info em: http://vejambem.blogspot.com/ e http://www.joserodrigues.org/

      O jornal “Novas da Galiza” é um jornal daquela região espanhola, escrito na Língua Galega ou Galaico-portuguesa, em cujo subtítulo se pode ler o seu objeto: «Periódico Galego de Informaçom Crítica».

      O jornal tem uma periodicidade mensal, está nas bancas desde 2002, por um preço simbólico de 1 euro, sendo disponibilizado gratuitamente no sítio da Internet o jornal que sai das bancas, isto é, o do mês anterior, por exemplo, neste momento está disponível no sítio a última edição de Dezembro.

      Desce o ficheiro na seguinte ligação:
      http://www.novasgz.com/pdf/ngz97.pdf

      Na coluna dos “Sítios a Visitar” está sempre disponível a ligação a este jornal sob a designação de “Jornal da Galiza”.


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