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Archive for Março 2010

A Páscoa

Posted on: 31/03/2010

      Religião + Futebol = A Merda de que o povo se alimenta.

      A Páscoa é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade.

      Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum.

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      Sabias que a água quente congela mais rapidamente do que a água fria?

      Sabias que este fenómeno intrigou cientistas de várias gerações?

      O congelamento rápido da água quente é conhecido como efeito Mpemba e os físicos têm apostado em várias teorias como a evaporação mais rápida que reduz o volume da água quente ou que uma camada de gelo isola a água fria.

      Já Aristóteles, no século IV a.C., afirmava, na sua obra Meteorológica I, que a água previamente aquecida contribui para um congelamento mais rápido e em 1461 o físico Giovanni Marliani confirma igualmente esta situação. Também Descartes e Francis Bacon demonstram o que já parecia ser de senso comum.

      Contudo a resposta tem sido muito difícil de encontrar, porque o efeito não é constante: a água fria também pode congelar rapidamente.

      James Brownridge, responsável pela segurança radioactiva do Departamento de Física da Universidade de Nova Iorque, acredita que esta aleatoriedade é crucial. Ao longo dos últimos dez anos, realizou centenas de experiências sobre o efeito de Mpemba e tem provas de que o efeito é baseado no fenómeno do sobre arrefecimento (supercooling).

      A estranheza do fenómeno parte do raciocínio intuitivo de que a agua mais quente teria de percorrer uma distância termométrica maior que a água fria (ambas à mesma velocidade) até atingir o ponto de congelação a zero graus Célsius.

      “A água dificilmente congela a zero graus”, afirma Brownridge que acrescenta: “É geralmente sobre arrefecida e só começa a congelar a uma temperatura inferior”.

      O ponto de congelamento raramente acontece aos 0º C. O ponto de congelamento depende das impurezas da água de que depende a formação de cristais de gelo. Normalmente, a água pode conter vários tipos de impurezas, desde partículas de poeira a sais e bactérias, cada uma das quais desencadeia a congelação a uma temperatura característica.

      As impurezas com maior temperatura nuclear determinam a temperatura a que a água vai congelar.

       James Brownridge, que fez grande parte das experiências como passatempo, começou com duas amostras de água à mesma temperatura (água morna a 20 graus) que colocou em tubos de ensaio e arrefeceu-os no congelador. Um presumivelmente congelará primeiro, devido à aleatória concentração de impurezas.

      Se a diferença for suficientemente grande, o efeito Mpemba irá aparecer. Brownridge seleccionou a amostra com maior temperatura de congelamento natural para aquecer a 80 graus célsius e deixou a outra à temperatura ambiente e posteriormente colocou os tubos de ensaio novamente no congelador.

      “A água quente vai congelar sempre mais rapidamente do que a água fria se o seu ponto de congelamento for pelo menos acima dos cinco graus célsius”, afirmou o investigador.

      Pode parecer surpreendente que os cinco graus façam tanta diferença, quando a amostra mais quente começa 60 graus atrás na corrida. Contudo, quanto maior for a diferença de temperatura entre um objecto e o meio em que está inserido − neste caso o congelador − mais rápido é o arrefecimento.

      Deste modo, a amostra quente vai arrefecer muito mais rápido, atingindo o seu ponto de congelamento aos dois graus negativos, por exemplo, muito antes da água fria que congela a partir dos sete negativos.

      O Efeito Mpemba, é um peculiar fenómeno com uma longa história, mas foi na década de 60 que o efeito foi reconhecido pela ciência moderna, quando um estudante da Tanzânia chamado Erasto Mpemba, com 13 anos, disse ao seu professor de ciências que conseguia fazer gelados mais rápido do que o normal quando colocava a mistura ainda quente no congelador.

      Inicialmente, houve muita relutância em aceitar o facto, mas o fenómeno foi confirmado e publicado.

      Esta teoria pode explicar, por exemplo, o facto de nos países frios os canos de água quente congelarem antes dos de água fria.

      Porque é que mais ninguém reparou nisto antes? Brownridge afirma que as outras pessoas não controlaram as condições da experiencia para estudarem um factor de cada vez. É necessário controlar, por exemplo o tipo de recipiente ou a localização das amostras no congelador.

      Mas desengane-se quem pensar que este trabalho encerra o debate de Mpemba. Jonathan Katz, da Universidade de Washington tem outra teoria: o aquecimento aumenta o ponto de congelamento da água por retirar os solutos como o dióxido de carbono. Isto significa que o aquecimento da água realmente aumenta as probabilidades de congelar primeiro, ao contrário dos resultados aleatórios sugeridos por Brownridge. “Talvez ele tenha encontrado um efeito de arrefecimento semelhante a Mpemba”, conclui Katz.

      Uma tripulação de seis pessoas, incluindo dois cidadãos europeus, começará em breve uma missão simulada a Marte, em instalações que incluem uma nave interplanetária, um módulo marciano e até a paisagem do planeta vermelho.

      A experiência denominada “Mars500”, simula uma verdadeira viagem a Marte e é o derradeiro teste de resistência humana.

      O objectivo da experiência é simular uma missão completa de ida e volta, com o maior rigor possível. Será o primeiro projeto deste género, sendo conduzido a partir de instalações especiais em Moscovo, no próximo Verão.

      Serão 250 dias para a viagem, 30 dias na superfície e 240 dias para o regresso, num total de 520 dias.

      Pretende-se ter a certeza que os astronautas estarão tão preparados quanto possível, a nível físico e mental, para missões de longa duração, desenvolvendo formas de combater os efeitos negativos do enclausuramento durante 520 dias.

      Durante a experiência a tripulação ficará hermeticamente isolada num espaço confinado com consumos limitados e comunicações exclusivamente via Internet, interrompida ocasionalmente e com um atraso de 20 minutos, tal como numa missão real, devido à distância entre a nave e a Terra.

      A equipa será ainda monitorizada e os seus parâmetros psicológicos, médicos e físicos serão medidos e gravados. Durante as operações, após 250 dias, a tripulação será dividida ao meio, três irão para o simulador da superfície marciana e os outros três permanecerão na ‘nave’.

      Terão toda a comida necessária desde o início, pelo que terão de controlar o consumo dos alimentos. A dieta e as tarefas executadas (manutenção, experiências científicas e exercício físico) serão comparáveis às dos astronautas da ISS, mas por um período mais longo. Serão sete dias de trabalho, seguidos de dois dias de folga, excepto quando forem simuladas situações de emergência. Segundo a ESA, “esta missão pode não trazer a mesma emoção que um verdadeiro voo espacial, mas será igualmente dura”.

A Ideia

Posted on: 28/03/2010

      «Não se pode matar a Ideia a tiros de canhão, nem tão pouco é possível acorrentá-la».

      Louise Michel (1830-1905)

      Professora, poetisa, enfermeira e escritora. Reconheceu-se anarquista durante a Comuna de Paris, tendo sido a primeira a deflagrar a bandeira negra como símbolo anarquista e dos ideais libertários.

      Logo à noite à 1 hora, Portugal Continental e a Madeira adiantarão uma hora os relógios, o mesmo acontecendo nos Açores mas à meia-noite.

      É a hora de Verão que passou a ser decidida a nível da União Europeia, ao contrário do horário de Inverno, que continua sob a soberania dos estados.

      A Comissão Permanente da Hora é um organismo composto por representantes de diversas áreas e interesses, presidida pelo Observatório Astronómico de Lisboa, que zela pelo cumprimento da sequência do dia e da noite.

      “A atividade humana está extremamente dependente desse ciclo”, lembrou o diretor do Observatório Astronómico de Lisboa.

      A última reunião foi há cerca de dois anos, para elaborar um relatório para a Comissão Europeia sobre se a hora de Verão deveria continuar a vigorar. A resposta foi afirmativa, tanto para o Continente, como para as Ilhas.

      Esta comissão existe formalmente desde os anos 40, mas as suas raízes remontam ao início do século XX, quando saber com exatidão a hora ganhou importância crescente na vida em sociedade e em especial nos negócios.

      No século XIX, coexistiram a hora astronómica, que começava e acabava ao meio-dia solar para acompanhar o trabalho de observação dos astrónomos, e a hora civil (meia noite).

      Atualmente “há interesses sociais na hora”, sobretudo em atividades que dependem muito da hora solar, como a agricultura e a construção civil, “para estas pessoas interessa que a hora que o relógio marca efetivamente corresponda o mais possível às horas de sol”.

      Já quem joga em bolsas internacionais preferia reger-se mais perto dos relógios de Frankfurt ou de Nova Iorque, “apesar do desfasamento da hora solar”, tal como quem tem negócios com Espanha, que iria preferir o regresso de Portugal à hora central europeia.

      O Diretor do Observatório Astronómico disse ainda que “para já” não têm existido pressões para a redefinição da hora, que segue o meridiano de Greenwich (hora zero) e por isso a comissão não teve necessidade de se reunir ultimamente.

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      Um grupo de investigadores da Universidade Pública do Arizona (EUA), concluiu que Neptuno devorou um planeta duas vezes maior que a Terra.

      Urano e Neptuno não deveriam ser como são se se tivessem formado segundo as mesmas regras que o resto dos planetas do Sistema Solar. Se fossem provenientes da mesma nuvem de poeira que deu origem ao resto dos nossos mundos vizinhos, não teriam, tão longe do sol, material suficiente para serem tão grandes, sendo este um enigma que há décadas tem intrigado muitos astrónomos por todo o mundo.

      Assim, surgiram muitas questões: E se estes planetas não se formaram na posição que conhecemos hoje? E se eles nasceram muito mais próximos do Sol e de seguida migraram para os seus destinos actuais, alterando as suas posições e as órbitas dos outros planetas? Ou até mesmo devorando-os e roubando as luas alheias pelo caminho?

      A estas questões concluíram os investigadores que a hipótese de absorção de planetas justifica ainda o misterioso calor que irradia de Neptuno, bem como a estranha órbita do satélite Tritão, que se move exactamente na direcção contrária do próprio Neptuno, o que sugere que não se formou na mesma altura que o planeta mas que foi capturado por ele, sugerindo-se que Tritão estava associado a outro planeta e este teria que ter, pelo menos, o dobro do tamanho da Terra.

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      Scott Fahlman é um norte-americano de 62 anos que disse não gostar dos “emoticons” animados.

      Disse: «Não gosto daqueles círculos amarelos e dos emoticons animados. São feios, estragam toda a diversão. É mais desafiador tentar descobrir maneiras de expressar as emoções humanas usando só o conjunto padrão de caracteres do alfabeto romano».

      Scott inventou o “:-)” quando tinha 28 anos, no dia 19 de Setembro de 1982, às 11H44, quando enviou um “email” para a rede que integrava na Universidade Carnegie Mellon, para que de futuro os membros da rede distinguissem os “emails” que trocavam, não havendo mais confusão, impondo que as mensagens descontraídas contivessem “:-)” e as sérias “:-(“.

      Em poucas semanas os “emoticons” circulavam já fora da sua rede, em outros países e até com novas formas.

      Scott afirmou que a invenção destes “emoticons” foi a coisa mais desinteressante que fez na vida.

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