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Posts Tagged ‘Doenças

      Estudo realizado pela Salford Business School da Universidade de Salford, no Reino Unido, afirma que as redes sociais na Internet como o Facebook ou o Twitter aumentam a ansiedade dos utilizadores.

      Segundo o estudo, cujo universo são os utilizadores de Internet, mais de metade dos inquiridos considerou que as redes sociais mudaram o seu comportamento e metade indicou que as suas vidas foram alteradas para pior.

      Dois em cada três inquiridos adiantaram também que era difícil relaxar e até dormir após passarem algum tempo a navegar nas redes sociais e um quarto admitiu enfrentar dificuldades nos seus relacionamentos e no trabalho.

      53% dos inquiridos disse que o lançamento das redes sociais mudou as suas vidas, sendo que a maioria considerou que a mudança teve um impacto negativo.

      O estudo também demonstrou o vício em relação à Internet, com 55 por cento a afirmar que se sentiu «preocupado ou desconfortável» quando não conseguiu aceder ao Facebook ou às contas de correio electrónico.

      Na sua maioria, os inquiridos sentiram necessidade de desligar os seus aparelhos eletrónicos para fazer um “intervalo” na Internet.

      Os resultados do estudo foram ainda surpreendentes pelo elevado número de pessoas que afirmaram que a única forma de interromper a ligação à Internet era desligar telemóveis, BlackBerries ou computadores, uma vez que são incapazes de pura e simplesmente ignorar os dispositivos.


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Mais Café

Posted on: 02/07/2012

      Um estudo hoje publicado no jornal “Cancer Research” da Associação norte-americana de pesquisa da doença, afirma que o aumento do consumo de café reduz o risco de desenvolver a forma mais comum de cancro de pele, o carcinoma basocelular.

      «A nossa investigação indica que quantas mais chávenas de café com cafeína se consumir, menor é o risco de desenvolver cancro na pele», referiu o professor da Escola de Medicina e da Escola de Saúde Pública de Harvard, Jiali Han.

      «Não recomendo o aumento da ingestão de café apenas com base nestes dados», ressalvou o investigador, acrescentando, no entanto, que «os resultados colocam o carcinoma basal numa lista de doenças cujo risco é diminuído quando o consumo de café é aumentado». A lista inclui doenças como o diabetes tipo 2 e o Parkinson.

      O carcinoma basocelular é a forma mais comum de cancro de pele e, embora se desenvolva lentamente, tem uma taxa de mortalidade elevada.

      «Tendo em conta o grande número de novos casos diagnosticados, algumas mudanças diárias na dieta podem ter um impacto na saúde», defendeu Jiali Han.


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      William McElligott é um norteamerciano com 66 anos de idade e foi durante a sua vida motorista, tendo apanhado mais Sol de um dos lados da face, pelo que hoje tem de um lado uma cara mais envelhecida do que do outro lado, que não apanhou tanto Sol.

      Que o Sol fazia mal à pele já toda a gente sabia, mas William é uma boa prova disso.

      Este camionista conduziu durante quase 30 anos e apanhou mais sol no lado da janela do camião, verificando-se claramente as consequências dessa insistente exposição solar e as diferenças entre um e o outro lado do rosto.

      A imagem abaixo foi publicada no «New England Journal of Medicine» e mostra o lado muito mais envelhecido com uma pele mais espessa e enrugada. A condição, chamada de dermatoheliosis unilateral ou fotoenvelhecimento (causada por raios solares ultravioletas [UVA]), foi estudada pelos cientistas Jennifer R.S. Gordon e Joaquin C. Brieva, da Universidade norte-americana de Northwestern, em Chicago.

      Os raios UVA são a forma mais comum de raios de luz e, mesmo com a janela fechada, podem penetrar o vidro da janela, se não estiver suficientemente matizado para proteger o passageiro. Embora se acredite que os UVA sejam menos nocivos do que os raios UVB, estes também podem ser responsáveis por cancro de pele e estão presentes até mesmo em dias nublados.

      Passaram 15 anos até que o camionista notasse alguma diferença entre os dois lados da sua cara, mas McElligott ficou mais atento quando os netos começaram a questioná-lo sobre as alterações sofridas na pele.

      Os investigadores sublinharam que o camionista precisa de um acompanhamento regular para prevenção do cancro de pele. “Bloquear a infiltração é a melhor resposta, 365 dias por ano, esteja nublado ou sol, na rua, no carro ou na praia”, alertou a equipa.


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      Foi ontem lançado no Brasil o livro intitulado “Pulmão de Aço” da escritora Eliana Zagui que o escreveu com a boca.

      Eliana está internada há 36 anos no Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas, em São Paulo, devido a uma paralisia que, desde os 2 anos de idade, a fez perder os movimentos do pescoço para baixo.

      Este seu primeiro livro foi escrito com a boca e relata as suas memórias de toda uma vida internada no maior hospital do Brasil.

      Eliana explicou que a origem do nome “Pulmão de Aço”, se deve a «uma máquina, inventada na década de 1920, parecida com um forno», onde as pessoas com insuficiência respiratória eram colocadas com a cabeça de fora e onde ela própria já esteve, devido aos problemas respiratórios de que também sofre.

      Ao longo desta vida acamada, Eliana aprendeu inglês e italiano, tirou um curso de história de arte e tornou-se pintora, sempre deitada na cama desde os dois anos de idade.

      Apesar das dificuldades motoras e também respiratórias, alcançou estas metas utilizando apenas a boca para escrever, pintar e “teclar”’.

      Eliana relata no seu livro que esteve próxima do suicídio. «Avaliava as possibilidades: arrancar o tubo da traqueia com a boca, cortar ou furar o pescoço», conta, nas páginas onde também brincou com a situação, ao dizer que «até para morrer antes da hora precisamos da ajuda de alguém».

      Aos 38 anos, a mulher acrescenta ainda que «volta e meia, essas ideias ainda a visitam, mas que hoje tenta aliviar as suas angústias nas sessões semanais de análise» que frequenta.

      Eliana disse que espera que o seu livro ajude «aqueles que não querem nada com a vida». «É claro que cada um tem as suas dores. A minha desgraça não é maior que a tua nem a tua é maior que a minha. Mas é sempre bom poder aprender a tirar o que vale a pena da vida», defendeu.


      Já toda a gente sabia (ou devia saber) que as carnes, especialmente as vermelhas, deviam, pelo menos, ser consumidas de forma moderada, mas um amplo estudo da “Harvard School of Public Health” agora divulgado acentua essa ideia, concluindo que mesmo quando comida em quantidades reduzidas, em apenas uma refeição diária, aumenta significativamente os riscos de doenças cardiovasculares e de cancro.

      Pequenas quantidades de carne processada como “bacon”, salsichas ou salame aumentam em um quinto as probabilidades de morte precoce; no caso de bifes o risco aumenta em 12%, referem as conclusões do estudo da referida universidade norte-americana divulgado agora nos “Archives of Internal Medicine”, uma publicação bimensal da “American Medical Association”.

      Frank Hu, um dos co-autores do estudo afirma que “tendo em conta as evidências do estudo” comer carnes vermelhas não pode fazer parte de uma dieta saudável regular e só é admissível tal ingestão de forma ocasional.

      As conclusões são baseadas nos dados recolhidos ao longo de 28 anos num grupo de cerca de 38 mil homens e 84 mil mulheres.

      Os investigadores recomendam que as carnes vermelhas sejam substituídas por outras fontes de proteínas como peixes, aves domésticas, nozes e legumes.

      Podes ler todo o artigo na seguinte ligação: http://archinte.ama-assn.org/cgi/content/full/archinternmed.2011.2287

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      Há uma nova fobia a dar que falar pelo Mundo e foi já chamada, em inglês, de “Nomofobia”, como resultado de “No-Mo-Phobia”, sendo o “No” e o “Mo” correspondentes a “No Mo-bile Phone”.

      Assim, esta fobia corresponde ao medo de estar sem telemóvel, com sintomas e sinais excessivos relativos à grande dependência do telefone celular.

      Os mais jovens são os mais propensos ao padecimento desta fobia, com 77% dos inquiridos, com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, a serem identificados como nomófobos. No escalão dos 25 aos 34 anos a percentagem de nomófobos era de 68%.

      Quando os “nomófobos” ficam com o telefone sem bateria e sem a possibilidade de o carregar, sem rede ou avariado, sofrem ataques de pânico, tremores, suores e náuseas.

      Terapeutas especializados em fobias aconselham tratamentos que passam por experimentar ficar sem telemóvel por uns tempos, evitar pensamentos negativos, técnicas de respiração ou ioga, etc.

      Mais info em: http://www.nomophobia.com

 

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      Um estudo coordenado por uma investigadora da Universidade do Minho (Braga, Portugal) descobriu uma molécula-chave que «abre novas perspetivas» no tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, hipertensão hereditária e cancro, assim o afirmando Sandra Paiva, da Escola de Ciências da mencionada universidade.

      A Sandra explicou que as células produzem proteínas responsáveis pela entrada dos nutrientes disponíveis ou preferidos e destruindo as proteínas que não são necessárias. No estudo, foi descoberta uma molécula-chave envolvida no processo de destruição de proteínas na célula. «Quando a molécula recebe informação da presença de determinado nutriente, destrói então os transportadores indesejáveis».

      Os resultados deste estudo representam «um grande avanço» na compreensão dos mecanismos de degradação de proteínas. As células de cancro, por exemplo, «necessitam de muita energia e ao conseguirmos reduzir o número de transportadores podemos de algum modo privá-las de alimento, tornando-as mais sensíveis à quimioterapia».

      O trabalho utilizou como modelo um microrganismo, a levedura do pão ou da cerveja, que é fácil de crescer em laboratório e partilha uma grande semelhança dos seus genes com os genes humanos.

      A investigação foi realizada por uma equipa coordenada por Sandra Paiva e por Sebastien León, do Instituto Jacques Monod da Universidade de Paris. A equipa integra ainda outros investigadores das universidades de Paris e Madrid.

      A investigação acaba de ser publicada na conceituada revista “Journal of Cell Biology” e foi premiada no “2011 Nature Cell Biology Poster Prize Winners”.


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