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      Depois da primeira imagem de Marte enviada pela sonda Curiosity, acaba de chegar à Terra uma outra primeira imagem. Desta vez é uma imagem que já conhecemos, é a do nosso planeta mas captada por aquele que é o mais moderno satélite meteorológico europeu, lançado há cerca de um mês.

      A imagem, captada a cerca de 36.000 Km de altitude, “demonstra que o satélite está a funcionar bem”, refere a Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos (Eumetsat), proprietária do equipamento.

      O MSG-3 é o terceiro da série Meteosat de segunda geração e foi lançado a 5 de julho, do centro espacial de Kourou, na Guiana Francesa. O satélite é geostacionário (a sua velocidade coincide com a da rotação da Terra) e é o terceiro satélite de quatro que começaram a ser introduzidos em 2002, com o objetivo de estudar as condições meteorológicas do planeta e recolher registos. O último satélite da série, o MSG-4, tem lançamento agendado para 2015. O objetivo é aumentar a qualidade das previsões, em especial para as tempestades de rápido desenvolvimento.

      A Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos referiu que: “É uma conquista conjunta da ESA, EUMETSAT e da indústria espacial europeia. Este modelo de cooperação fez da Europa um líder mundial nos satélites meteorológicos, tirando o melhor partido das competências de ambas as agências”.

      A tal primeira fotografia é a que abaixo se reproduz.

      Mais info em: http://www.eumetsat.int

      E se qualquer objeto se pudesse transformar num teclado de computador?

       Dois estudantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram um  “kit” muito simples que denominaram “Makey Makey” que permite transformar quase tudo em teclado, desde bananas, objetos diversos, animais e até os próprios seres humanos.

      Jay Silver e Eric Rosenbaum, de 32 anos, procuravam uma forma de transformar objectos do quotidiano em “touchpads”, isto é, fazer dos objetos superfícies sensíveis ao toque e capazes de comunicar com equipamentos eletrónicos.

      O “kit” é muito simples e consiste numa placa com um circuito para ligar clipes e um cabo de ligação USB. A placa está preparada para substituir um teclado de computador. Não é necessário mais nada, nem sequer instalar qualquer aplicação.

      Rosenbaum disse que a ideia por trás do “kit” é que as pessoas possam «ver o mundo ao seu redor como um “kit” de construção». Relativamente à segurança, Rosenbaum afirmou que a quantidade de corrente usada no equipamento era muito pequena e não detetável quando o kit estava ligado ao corpo humano ou a animais. Ainda assim, incorporaram fusíveis na placa e na entrada USB para maior segurança.

       Silver disse que as possibilidades eram ilimitadas, desde a ligação com brócolos para operar o Skype até à criação de um piso de música interativa, até ao próprio gato do estudante que se tornou parte da experiência.

       Silver anunciou ainda que dezenas de pessoas tinham já entrado em contacto com eles, querendo personalizar o equipamento para pessoas que não podem usar um teclado convencional. «Um pai está atualmente a transformar-se num interface de computador para o seu filho que sofre de paralisia cerebral. Chamamos a isso de Hackcess».

       Cerca de 150 versões beta do “kit” foram disponibilizadas para serem testados por diversos utilizadores.

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      No próximo mês de julho sairá para o mercado, inicialmente no Japão, um novo “smartphone” que é anunciado como o primeiro do Mundo a detetar, medir e guardar os registos dos níveis de radioatividade.

      O fabricante é a “Sharp” e surge na sequência do acidente de Fukushima, no ano passado, acidente este que fez aumentar as preocupações em relação ao tema do nuclear.

      O “Sharp Pantone 5” integra um sensor, ativado por um botão próprio, capaz de identificar níveis de radioatividade num intervalo entre 0,05 e 9,99 microsieverts por hora.

      Além da caraterística inovadora, o “Sharp Pantone 5” integra a plataforma Android 4.0 (Ice Cream Sandwich), apresentando um ecrã de 3,7 polegadas, com uma resolução de 854×480 pixels e uma câmara principal de 4 megapixéis e outra frontal de 0,3 megapixéis. Destaca-se também pela variedade de cores em que está disponível (oito) e pelo facto de integrar tecnologia que o protege da água e do pó, além da aposta em diferentes “widgets”.


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      As impressoras que hoje usamos, usam normalmente papel e imprimem em 2D (duas dimensões), no entanto, já há muito existem impressoras 3D, isto é, que “imprimem” em três dimensões. Estas impressoras 3D estão a ser usadas pela indústria na criação de protótipos ou peças industriais mas agora têm vindo a público novas impressoras com um custo e uma utilização mais próxima do uso particular como as impressoras de papel 2D.

      Uma das máquinas impressoras 3D denomina-se “Ultimaker”, pesa 9 Kg e vende-se num “kit” que o utilizador depois monta em sua casa, custando cerca de mil euros. As recargas que usa (em vez de tinteiros) são de plástico PLA (embora também suporte plástico ABS), que custam cerca de 25 euros cada uma, havendo várias cores disponíveis.

      Prevê-se o lançamento (nos EUA) para o próximo dia 25 de maio de uma outra impressora 3D, denominada “Cubify” que permitirá o fabrico/impressão em 3D de objetos com cerca de 14 cm de diâmetro, diversos formatos e também diversas cores. A impressora tanto pode usar projetos em 3D criados pelo utilizador como ficheiros disponíveis na Internet, tendo ligação Wi-Fi.

      Há pouco mais de um mês foi lançado um modelo que pode vir realmente a impulsionar o mercado doméstico das impressoras 3D, dada a diferença de preço. A empresa “Soliddodle” acaba de estrear a sua segunda geração de impressoras 3D “acessíveis e fáceis de utilizar”, segundo a frase de promoção usada pela marca, com um preço de cerca de 400 euros.

      Assim, quebrada a barreira dos 500 euros, é muito provável que surjam mais modelos mais baratos, contribuindo para que chegue cada vez mais a mais pessoas e assim surjam, para além de novos utilizadores, novas utilizações.

      No vídeo abaixo podes ver como uma impressora 3D faz um pequeno busto de Beethoven. O vídeo está acelerado e dura cerca 1 minuto mas a “impressão” demorou 1 hora e 22 minutos.

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WiFi x 20

Posted on: 17/05/2012

      A transmissão de dados por “WiFi” (WLAN, Wireless) (comunicação sem fios) pode tornar-se até 20 vezes mais rápida do que as atuais velocidades.

      No Japão tal velocidade acaba de ser alcançada por um grupo de investigadores da área, tendo utilizado a banda de TeraHertz do espetro eletromagnético.

      Os resultados da investigação foram publicados na “Electronics Letters”.

      Os autores do estudo denominam esta nova tecnologia de “T-ray”.

      Com esta descoberta os investigadores pretendem fornecer as operadoras de serviços móveis que lidam cada vez mais com uma procura de serviços nesta área que tem vindo a esgotar as redes.


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      Cientistas da universidade norte-americana de Berkeley desenvolveram um método de produção de eletricidade que utiliza vírus inofensivos para converter a energia mecânica em eletricidade.

      Os investigadores conseguiram criar um gerador capaz de produzir a corrente necessária para iluminar um pequeno ecrã LCD, que funciona pressionando com um dedo um eléctrodo do tamanho de um selo dos correios. O estudo está publicado na «Nature Nanotechnology».

      O botão que se pressiona está coberto de uma fina camada de vírus desenhados especialmente para o efeito e que convertem a força aplicada numa carga eléctrica.

      Trata-se de um primeiro gerador capaz de produzir eletricidade mediante o aproveitamento das propriedades piezoeléctricas de um material biológico.

      A piezoeletricidade é a capacidade que tem um sólido de acumular carga elétrica como resposta a uma tensão mecânica (como acontece num gira-discos, por exemplo). Este método poderá dar lugar ao fabrico de pequenos dispositivos que produzam energia a partir dos movimentos habituais em qualquer tarefa quotidiana, como subir as escadas.

      Os cientistas admitem que este trabalho é um primeiro passo para o desenvolvimento de geradores pessoais que poderão ser utilizados em nano-dispositivos e outros mecanismos baseados na eletrónica de vírus.

      Os investigadores utilizaram o vírus bacteriófago M13, que ataca apenas as bactérias sendo, assim, inofensivo para os humanos. Por ser um vírus, consegue reproduzir-se aos milhões em poucas horas proporcionando um fornecimento constante. Além disto, é fácil de manipular geneticamente.


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      Vai custar cerca de mil milhões de dólares a construção inteira de uma cidade que, à partida, nunca será habitada.

      No Novo México (EUA), a 30 de junho próximo iniciar-se-á a construção de uma nova cidade que poderia ser habitada por 35 mil pessoas, mas que nunca o será.

      A construção desta cidade tem propósitos científicos, servindo a ciência, o ambiente, a sustentabilidade e em última análise a humanidade.

      A cidade chamar-se-á CITE (Centre for Innovation, Technology and Testing) e nela uma equipa de cientistas vai investigar e testar inovações no campo das energias renováveis, redes wireless inteligentes e construir sistemas de trânsito mais eficientes.

      Entre as inovações a serem testadas nesta “smart city” única no mundo contam-se: máquinas de lavar automáticas, carros que não precisam de condutor e aparelhos que podiam ter saído dos mais recentes filmes de ficção científica.

      O diretor do projeto, Bob Brumley, explica que se trata de um projeto construtivo e que «a única coisa que não vai ser feita, serão testes destrutivos».

      A cidade mais próxima é Hobbs, que fica a mais de 20 quilómetros de distância. Os vizinhos da CITE estão deliciados com o projeto que, logo à partida, vai criar pelo menos 350 novos postos de trabalho.



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