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Archive for Janeiro 2010

    «Anarquista é, por definição, aquele que não quer ser oprimido, nem deseja ser opressor; é aquele que deseja o máximo bem-estar, a máxima liberdade, o máximo desenvolvimento possível para todos os seres humanos.»
    Errico Malatesta (1853-1932)
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Os Maias

Posted on: 30/01/2010


Um túmulo, com um sarcófago com mais de mil anos e outros objectos, foi recentemente encontrado por uma equipa de arqueólogos, no estado mexicano de Chiapas, e pode trazer à luz novas pistas sobre o declínio da civilização Maia.

    Os investigadores, do Instituto Nacional de Antropologia e História, trabalhavam nas escavações na Acrópole da zona arqueológica de Toniná, quando encontraram a sepultura – que acreditam pertencer ao período entre 840 e 900 d.C.

No local, para além do sarcófago em pedra, com dois metros de comprimento por 70 centímetros de largura e 60 de profundidade, ainda encontraram uma lápide, um vaso, um crânio deformado e fracturado em vários pontos e ossos longos dispostos em forma de cruz. Os restos mortais indicavam ser de uma criança ou jovem mulher de classe alta, uma vez que os globos oculares eram pequenos.

    Segundo Juan Yadeun Ângulo, arqueólogo responsável pela investigação, este tipo de sarcófago “é único no México antigo, e bastante parecido com o da «Rainha Vermelha» («Reina Roja») – descoberto em Palenque, em 1994 – tanto no tamanho como por não ter qualquer inscrição”.

A descoberta pode revelar quem “foram os causadores do declínio (da civilização Maia), se foram pessoas locais influenciadas por um grupo do Altiplano, ou da Mesoamérica ou de Tabasco (sudoeste)”, estado vizinho de Chiapas. No entanto, há várias teorias – umas sugerem enfraquecimento devido a lutas internas, guerras e rebeliões, assim como um possível abuso dos recursos naturais que debilitou o ecossistema e provocou longas secas e escassez de alimentos. Entretanto, os investigadores vão continuar a estudar os restos encontrados para conclusões mais concretas.

    A civilização Maia, que ocupou a região entre 2000 a.C. até seu desaparecimento, em 1546, meio século depois da chegada dos conquistadores espanhóis, desenvolveu um avançado calendário, além de grandes cidades (as maiores de seu tempo no mundo) e uma organização política imperial.
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    Um estudo, publicado ontem na revista «Nature», abre novas portas para que um dia seja possível retirar uma amostra da pele de um paciente para transformar células em tecido, para transplantes referentes a tratamento de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, ou para a cura de lesões de coluna e muitas mais.
    Irv Weissman, director do Instituto de Células Estaminais e Medicina Regenerativa, da Universidade de Stanford – onde a investigação foi desenvolvida –, descobriu o primeiro tecido de células estaminais e ajudou a desenvolver novos tratamentos, usa-as para formar sangue puro e células estaminais de músculos do coração, que poderão ser usadas para tratar doenças cardíacas e do sistema sanguíneo.
    O investigador conseguiu, a partir de células comuns da pele de ratos, transformá-las em neurónios e, segundo o cientista, são “totalmente funcionais” e “podem fazer todas as coisas principais que os neurónios fazem no cérebro”.
    O artigo refere que para a experiência apenas foram usados três genes, para transformar as células cutâneas directamente em neurónios a que deram o nome de “células neuronais induzidas”.
    Trabalhos anteriores de Weissman, em ratos, puderam ser repetidos em humanos numa questão de meses. Entretanto, a sua equipa já está a tentar fazer o mesmo com células humanas.


Os italianos pretendem proceder à exumação do cadáver de Da Vinci, com o propósito de provar que a obra Mona Lisa é um auto-retrato do próprio artista.

    A teoria tem vindo a ganhar força e agora alguns investigadores italianos querem mesmo exumar o corpo de Leonardo Da Vinci para reconstruir o seu rosto e confrontar a possibilidade de o famoso quadro Mona Lisa ser o seu auto-retrato.

A hipótese começou a surgir quando se fez uma sobreposição de um retrato oficial do pintor com o quadro que se encontra actualmente no Louvre.

    A identidade de La Gioconda (Mona Lisa) sempre foi um mistério e as teorias mais comuns são as de que seria a mãe do artista ou a mulher de um mercador de Florença.

Os cientistas do Comité Nacional para a Valorização dos Bens Históricos, Culturais e Ambientais da Itália pretendem agora exumar as ossadas e, a partir da face, reconstruir a cabeça para depois estabelecer a comparação.

    Leonardo Da Vinci foi um polímata italiano e uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento. Destacou-se como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquitecto, botânico, poeta e músico e ainda como o precursor da aviação e da balística.

Concebeu ideias muito à frente do seu tempo, como um helicóptero, um tanque de guerra, o uso da energia solar, uma calculadora, o casco duplo nas embarcações e muitas outras. Da Vinci foi considerado o maior génio da história, devido à sua multiplicidade de talentos e pelas suas obras polémicas.

    Num estudo realizado, em 1926, estimou-se que tinha um QI de 180.

Da Vinci morreu em 1519, aos 67 anos, e acredita-se que foi enterrado no castelo de Amboise, no vale do Loire, em França. O local foi alvo de vários saques ao longo dos séculos, mas não há certeza de que a sepultura seja mesmo a dele e, por isso, os herdeiros do castelo nunca incluíram a informação nos panfletos turísticos.

    Portanto, a primeira etapa será encontrar os restos mortais e provar que lhe pertencem para depois extrair o ADN que será comparado com o de alguém que tenha tido algum grau de parentesco com ele. Entretanto, os investigadores já encontraram um pintor que se verificou ser descendente do lado paterno de Leonardo da Vinci, enterrado em Bolonha, nos finais do século XV.

A reconstrução do crânio também poderá dar algum trabalho aos cientistas já que poderá estar fragmentado. A equipa usará sistemas virtuais e métodos de morfologia para recompor as partes que faltam. A partir daí, a face será restaurada em computador e depois modelada em plástico.

MusicDNA

Posted on: 27/01/2010

    Está previsto para lançamento oficial na próxima Primavera um novo tipo de ficheiro digital de música que pode superar, em termos de popularidade, o mp3.
    Chama-se “MusicDNA” e vai incluir vídeos, letras e imagens.
    A revelação foi feita na feira internacional sobre edição discográfica que decorre em Cannes (França), pelo norueguês Dagfinn Bach, que também participou na criação do mp3, afirmando que este novo ficheiro pode ter até 32 GB de capacidade de informação e incluir, para além da música, a letra, vídeos, imagens, comentários de blogues, etc. podendo estar em permanente actualização.
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No Museu Metropolitano de Arte Nova de Nova Iorque, uma aluna de uma aula de arte dada pelo museu, tropeça e rasga o quadro de Picasso denominado “Actor”.

    O quadro sofreu um rasgão de 15 centímetros quando a aluna cai em cima da obra.

O quadro tem 2 metros de altura por 1 metro de largura.

    O “Actor” foi pintado em 1904 e 1905 e é um exemplar do chamado período rosa de Picasso.

O quadro foi doado em 1952 ao museu pela família da marca de automóveis “Chrysler”.

    O museu afirma que o “ponto focal da composição” não foi danificado e que será possível restaurar a obra, prevendo voltar a exibi-la em 27 de Abril próximo, altura em que inaugurará uma retrospectiva de Pablo Picasso.

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Manga

Posted on: 25/01/2010

    Investigadores do “Texas Agrilife Research” concluíram que a manga, apesar do seu baixo teor antioxidante, pode ter um impacto positivo na luta contra alguns tipos de cancro.
    Foram realizados testes “in vitro” para analisar extractos de polifenóis (substancias ligadas a diversos benefícios para a saúde) de cinco das variedades mais comuns desta fruta, sendo que os cientistas descobriram que estes componentes tinham algum impacto sobre as células do cancro da próstata, pulmão e da leucemia. Contudo, o efeito mais notável foi observado em células do cancro da mama e do intestino.
    “O que descobrimos é que nem todas as linhas de células são sensíveis na mesma medida a um agente anti-cancerígeno, mas as linhas do cancro da mama e do cólon tiveram apoptose, ou morte celular programada”, explicou a investigadora Susanne Talcott, da instituição responsável por esta descoberta, acrescentando que os polifenóis da manga não prejudicavam as células saudáveis.
    Neste estudo foi ainda verificado que o ciclo celular foi interrompido pela acção do extracto de manga, o que de acordo com Susanne Talcott, poderá ser fundamental para a criação de um processo que permita prevenir ou interromper a reprodução de células cancerígenas.
    Os investigadores ambicionam agora poder realizar um ensaio clínico com pessoas com inflamações nos intestinos, propensos assim a um maior risco de cancro. “Se houver alguma eficácia comprovada, então faremos um estudo mais abrangente para verificar se esta experiência tem relevância clínica”, afirmou a investigadora.

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