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      Há alguns dias atrás foi descoberta por deflagrar uma bomba da Segunda Guerra Mundial, com 250 kg, na cidade alemã de Munique.

      Durante a madrugada foram retiradas 2500 pessoas em redor do bairro de Schwabing e num raio de cerca de 300 metros, pessoas que são vizinhas das obras de construção de um edifício onde a bomba se encontrava enterrada desde a Segunda Grande Guerra.

      Após as manobras de retirada da bomba, um porta-voz dos bombeiros da cidade alemã garantia que a bomba podia explodir a qualquer momento, mesmo após estes 70 anos decorridos desde o fim da Guerra, pois mantinha o detonador ativo.


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Hiroshima

Posted on: 06/08/2012

      Num dia assim, como o de hoje (6 de agosto), mas do ano de 1945 (há 67 anos), pelas 8 horas e 15 minutos da manhã,, todos os relógios pararam na mesma hora em Hiroshima. Os E.U.A. acabavam de lançar a primeira bomba atómica sobre a cidade japonesa de Hiroshima.

      No Memorial da Paz daquela cidade, dezenas de milhares de pessoas cumpriram hoje, como habitualmente o fazem, um minuto de silêncio, apenas quebrado pelo som do pêndulo de um sino de bronze aí instalado. Depois, seguiu-se a tradicional oferta de água e flores em memória das centenas de milhares de mortos.

      Após a Bomba, Hiroshima continuou a ser habitada, foi reconstruída e floresceu. Ao contrário da região em torno de Chernobil, na ex-república soviética da Ucrânia, onde se registou em 1986 o pior acidente da história da energia nuclear. Dois fenómenos distintos, e com consequências diversas.

      A bomba de urânio despejada pelo bombardeiro B-29 Enola Gay matou no imediato entre 60 a 80 mil pessoas. Muitos dos feridos acabaram por não resistir nos meses e anos seguintes, sobretudo devido aos efeitos das radiações. O balanço oficial mais recente das autoridades de Hiroshima aponta para 242’437 mortos, numa cidade então com 350 mil habitantes. Após o 6 de agosto de 1945, o mundo mudou de vez.

      O inferno de Hiroshima e de Nagasaki, o segundo ataque nuclear registado três dias depois com uma bomba de plutónio e que levou à rendição formal do Império japonês em 15 de agosto de 1945, continuam a suscitar acesa polémica.

      Para os defensores do ataque, foi a única forma de evitar o prolongamento de uma guerra que estava a provocar pesadas baixas nas forças norte-americanas.

      O Japão já tinha começado a sugerir iniciativas de paz, sobretudo após a conquista da ilha japonesa de Okinawa pelos “marines”. Mas o recém-empossado Presidente Harry Truman, insistiu no ataque e depois definiu Hiroshima como “a melhor coisa da história”.

      Para outros, tratou-se da concretização de uma experiência num gigante laboratório humano, e um aviso às ambições expansionistas da União Soviética na Ásia.

      Durante a Guerra-fria a corrida aos armamentos nucleares intensificou-se e as forças norte-americanas, entre outras, continuam a utilizar munições de urânio empobrecido nas suas operações militares.

      Hiroshima alberga hoje o Museu Memorial da Paz, construído na zona de impacto. Simbolicamente, uma esperança para o fim da existência de todas as armas nucleares.

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      De acordo com os dados divulgados ontem pelo Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat), Portugal aceitou 50 pedidos de asilo político em 2011, isto é, menos de metade dos 120 formulados.

      Estes dados são divulgados no âmbito do Dia Mundial dos Refugiados, que se assinala hoje (quarta-feira, dia 20 de junho). Estes dados mostram ainda um aumento dos asilos concedidos relativamente ao ano anterior (2010), uma vez que neste ano o Estado português concedeu apenas 20 estatutos de refugiado.

      Dos refugiados acolhidos, a maioria são oriundos da República Democrática do Congo, da Colômbia e da Somália.

      No conjunto da União Europeia, foram acolhidos 84100 requerentes de asilo em 2011, mais 75800 do que em 2010, sendo os afegãos o principal grupo populacional (13300 pessoas, 16% do total), seguindo-se os iraquianos (9000, 11%) e os somalis (8900, 11%).


      Num dia assim, como o de hoje, mas do ano de 1942, a Alemanha e a Itália declaravam guerra aos Estados Unidos da América.

      Decorria a Segunda Grande Guerra, conflito bélico que, no século XX, fez envolver exércitos de mais de 70 países, decorreu desde 1939 até 1945 e estima-se que o número de mortos esteja nos 72 milhões de pessoas.

      A morte de um ditador é sempre motivo de alegria.

      A confirmação da morte de Muammar Kadhafi hoje parece constituir um virar de página histórico para, não só para a Líbia, como, com certeza, para a região.

      Recordemos que esta morte advém da revolta iniciada no passado mês de fevereiro, de forma tímida, com alguns protestos na rua que evoluiu lentamente para uma revolta à escala nacional. Os rebeldes organizaram-se com um Conselho Nacional de Transição (CNT), ao qual Kadhafi respondeu nas ruas, brutalmente, com militares e poder de fogo. Em março, a comunidade internacional acordou e, sob a batuta da OTAN (NATO), começou a ajudar as forças rebeldes e a bombardear as forças do regime.

      Entre avanços e recuos na guerra civil, os rebeldes acabariam por ganhar ascendente. Chegam a Tripoli, capital do país, em agosto, e celebram a conquista da cidade na fortaleza que outrora servira de base para Kadhafi. Os rebeldes controlavam já quase toda a Líbia, mas faltava o ditador. Rumores apontavam que estaria no deserto a sul do país, protegido por Tuaregues, mas hoje as notícias da captura e morte saíram disparadas para o mundo.

      Kadhafi governou o país de forma muito dura e extravagante durante 42 anos.

      Agora devemos interrogar-nos sobre o efeito contaminador que a morte deste ditador poderá ter para os demais países ainda com filhos da puta deste género a tolher o povo.

      A queda dos regimes autoritários da Tunísia, em janeiro, e do Egito, em fevereiro, mostraram ao mundo os protestos de dois povos árabes e a sua influência na queda dos ditadores que governavam nos seus países. As revoluções uniram-se na denominação de “Primavera Árabe”, que rapidamente se transformou em movimento de revolta.

      Agora a atenção mediática internacional deverá voltar-se para a Síria e para o Iémen, já em ebulição.

      A Líbia foi a primeira nação do Médio Oriente a incendiar as ruas com protestos, e a primeira a pôr fim à sua ditadura. Sendo muito cedo para avançar com um efeito dominó espoletado pela queda do ditador, não será exagerado dizer que as tensões poderão aumentar tanto na Síria como no Iémen, nações que acompanharam a Líbia na revolta contra os seus ditadores.

      Para além destes dois casos com maior relevância, não podemos esquecer também os protestos e tensões no reino do Bahrain que, embora em menor escala, encontram-se igualmente latentes.

      Depois de jogar um videojogo “online” de guerra denominado “Call of Duty: Black Ops”, Mark Bradford, britânico morador em Plymouth, com 46 anos de idade e pai de três filhos, aborrecido pela derrota no jogo contra um jovem de 13 anos, durante o qual o jovem matara a personagem de Mark, foi a casa dele e atacou-o, estrangulando-o, tendo o jovem se libertado.

      Em tribunal Mark admitiu o ataque justificando-se que o jovem o terá gozado durante o jogo.

      No julgamento, o advogado de Mark alegou problemas mentais, esclarecendo que o menor o provocou. A sentença deverá ser conhecida dentro de um mês.

Hiroshima

Posted on: 06/08/2011

      Num dia assim, como o de hoje (6 de agosto), mas do ano de 1945 (há 66 anos), pelas 8 horas da manhã, os E.U.A. lançam a primeira bomba atómica sobre a cidade japonesa de Hiroshima.

      No Memorial da Paz daquela cidade, dezenas de milhares de pessoas cumpriram hoje como habitualmente o fazem, um minuto de silêncio, apenas quebrado pelo som do pêndulo de um sino de bronze aí instalado. Depois, seguiu-se a tradicional oferta de água e flores em memória das centenas de milhares de mortos.

      Um dos nomes que sempre se recorda é o de hibakusha (literalmente vítima e sobrevivente da bomba) Tsutomu Yamaguchi, o único japonês que sobreviveu às explosões de Hiroshima, onde se encontrava em negócios, e de Nagasaki, a cidade onde então habitava. Yamaguchi morreu em 4 de janeiro de 2010, com quase 94 anos – Vê a imagem abaixo com fotos deste único sobrevivente.

      Após a Bomba, Hiroshima continuou a ser habitada, foi reconstruída e floresceu. Ao contrário da região em torno de Chernobil, na ex-república soviética da Ucrânia, onde se registou em 1986 o pior acidente da história da energia nuclear. Dois fenómenos distintos, e com consequências diversas.

      A bomba de urânio despejada pelo bombardeiro B-29 Enola Gay matou no imediato entre 60 a 80 mil pessoas. Muitos dos feridos acabaram por não resistir nos meses e anos seguintes, sobretudo devido aos efeitos das radiações. O balanço oficial mais recente das autoridades de Hiroshima aponta para 242437 mortos, numa cidade então com 350 mil habitantes. Após o 6 de agosto de 1945, o mundo mudou de vez.

      O inferno de Hiroshima e de Nagasaki, o segundo ataque nuclear registado três dias depois com uma bomba de plutónio e que levou à rendição formal do Império japonês em 15 de agosto de 1945, continuam a suscitar acesa polémica.

      Para os defensores do ataque, foi a única forma de evitar o prolongamento de uma guerra que estava a provocar pesadas baixas nas forças norte-americanas.

     O Japão já tinha começado a sugerir iniciativas de paz, sobretudo após a conquista da ilha japonesa de Okinawa pelos “marines”. Mas o recém-empossado Presidente Harry Truman, insistiu no ataque e depois definiu Hiroshima como “a melhor coisa da história”.

      Para outros, tratou-se da concretização de uma experiência num gigante laboratório humano, e um aviso às ambições expansionistas da União Soviética na Ásia.

      Durante a Guerra Fria a corrida aos armamentos nucleares intensificou-se e as forças norte-americanas, entre outras, continuam a utilizar munições de urânio empobrecido nas suas operações militares.

      Hiroshima alberga hoje o Museu Memorial da Paz, construído na zona de impacto. Simbolicamente, uma esperança para o fim da existência de todas as armas nucleares.

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